Stakeholder Pains¶
1. Agencias de fomento¶
Exemplos: FAPES, CNPq, CAPES, fundacoes e agencias setoriais.
Objetivos¶
- publicar programas e editais coerentes com a estrategia institucional
- selecionar bem
- distribuir recurso com controle
- acompanhar execucao e impacto
- atender exigencias de transparencia e controle externo
Dores¶
- alto volume processual por programa, edital e modalidade
- dificuldade de padronizar regras sem perder flexibilidade
- avaliacao e aprovacao com muitos pontos de espera
- pouca visibilidade consolidada de risco, inadimplencia e gargalos
- ruptura de contexto entre pre-award, award e post-award
- dependencia de legados e bases externas
2. ONGs e organizacoes executoras¶
Objetivos¶
- captar e executar recursos com previsibilidade
- manter conformidade sem aumentar demais o custo administrativo
- demonstrar impacto e resultados
Dores¶
- baixa capacidade administrativa e financeira dedicada
- dependencia de poucas pessoas para operar o processo
- dificuldade de interpretar regras de edital, rubricas e evidencias exigidas
- prestacao de contas manual e sujeita a retrabalho
- atraso ou opacidade no repasse de recursos
- dificuldade de consolidar narrativas de impacto com documentos financeiros
3. Universidades, ICTs e instituicoes receptoras¶
Objetivos¶
- governar o portfolio de projetos
- reduzir risco institucional
- apoiar pesquisadores e coordenadores
Dores¶
- multiplas camadas de aprovacao interna
- pouca visao consolidada de pendencias por projeto, unidade ou pesquisador
- dificuldade de conciliar regras do fomentador com normas internas
- governanca fragmentada entre area administrativa, financeira e academica
4. Prodest e equipe mantenedora institucional¶
Objetivos¶
- operar a solucao com aderencia ao catalogo e aos padroes homologados
- reduzir risco tecnologico e operacional da sustentacao
- manter a solucao evolutiva sem romper o ecossistema institucional suportado
Dores¶
- necessidade de equilibrar flexibilidade da solucao com tecnologias e servicos homologados
- risco de receber uma solucao dificil de operar ou manter no ambiente institucional
- tensao entre especificidade do contexto local e potencial de reuso para outras instituicoes
- necessidade de clareza sobre o que deve ser configuravel, padronizado ou customizado
5. Coordenadores e pesquisadores¶
Objetivos¶
- submeter propostas competitivas
- executar o projeto com fluidez
- cumprir exigencias sem desviar o foco da atividade finalistica
Dores¶
- preenchimento repetitivo de informacoes
- incerteza sobre status de submissao, analise, pagamento e aprovacao
- excesso de carga administrativa para gerir equipe, orcamento e evidencias
- dificuldade para entender o que pode, nao pode e o que exige autorizacao
6. Bolsistas e participantes do projeto¶
Objetivos¶
- receber pagamentos corretamente
- entender vigencia, obrigacoes e pendencias
Dores¶
- baixa transparencia sobre situacao da bolsa
- atrasos ou bloqueios pouco explicados
- necessidade de apresentar comprovacoes e aceite em fluxos dificeis
7. Orgaos de controle e auditoria¶
Objetivos¶
- verificar legalidade, economicidade e rastreabilidade
Dores¶
- evidencias dispersas
- baixa padronizacao de registros
- dificuldade para reconstituir historico decisorio
- dependencia de reconciliacao manual entre processo, financeiro e resultado
8. Patrocinador estrategico do produto¶
Objetivos¶
- transformar a solucao em um ativo sustentavel e replicavel
- reduzir dependencia de investimento pontual para manutencao evolutiva
- ampliar o valor do produto para alem da implantacao inicial
Dores¶
- risco de nascer uma solucao excessivamente local e pouco reaproveitavel
- dificuldade de equilibrar aderencia institucional imediata com estrategia de produto mais ampla
- custo de manutencao elevado quando nao ha padronizacao, configurabilidade ou escala